Vocês sabem que mais do que nunca
EU AMO VOCÊS
Minha esposa e eu aprendemos a amar a Inglaterra — sua história, cultura e povo. Um dos nossos divertimentos prediletos quando a visitamos é assistir concertos ao ar livre apresentados no gramado molhado das antigas propriedades rurais. “A Última Noite de Concertos” é a melhor, com fogos de artifício e centenas de cidadãos balançando pequenas bandeiras britânicas, entoando frases de efeito.
Adorávamos participar desta celebração — até o verão em que nossos filhos nos acompanharam. Quando começamos a agitar nossas bandeiras juntamente com todos os entusiasmados britânicos, eles ficaram chocados. Ainda posso ouvi-los gritando por cima da música: “O que estão fazendo? Vocês não são ingleses!”
Muitas vezes Deus deve se sentir assim quando nos misturamos e vivemos como os nativos ao nosso redor. Eu quase posso ouvi-lo dizer: “Por que você está vivendo assim? Você pertence a uma nação santa!”
Pedro nos lembra que somos diferentes dos nativos — somos uma “nação santa” (1 Pedro 2:9). Ser santo quer dizer que somos únicos, separados por Jesus, nos tornando semelhantes a Ele e refletindo o Seu estilo de vida contracultural. Significa que diante de ofensas cruéis, perdoamos; e somos misericordiosos, bondosos, honestos e leais às nossas promessas e significa sermos como Ele.
Portanto, comecemos a agitar a bandeira da santidade como membros da nação de Jesus!
A lealdade a Jesus deve ser vista e ouvida em nossas vidas.
fonte: http://ministeriosrbc.org
Um soldado de 19 anos que servia no Iraque, no dia 4 de dezembro de 2007 viu uma granada sendo atirada do topo de um telhado. Manejando a arma de fogo na torre do seu jipe de combate, tentou desviar-se do explosivo — que, no entanto, caiu dentro do carro. Ele tinha tempo para saltar para um lugar seguro. Ao invés disso, jogou-se sobre a granada, num impressionante ato de altruísmo que salvou a vida de quatro companheiros.
Este ato quase inexplicável de autossacrifício pode nos ajudar a compreender por que a Bíblia diz que existe um tipo de amor que é mais nobre do que possuir grande conhecimento ou fé (1 Coríntios 13:1-3).
Este tipo de amor pode ser difícil de encontrar — levando o apóstolo Paulo a lamentar que as pessoas se importem mais consigo mesmas do que com os interesses de Cristo (Filipenses 2:20-21). Por isso, o apóstolo era agradecido por Epafrodito, um companheiro que “…chegou às portas da morte e se dispôs a dar a própria vida” para servir aos outros (v.30).
Se achamos que jamais poderíamos colocar a nossa própria vida em perigo pelos outros, Epafrodito nos mostra o primeiro passo com o seu exemplo altruísta. Um amor assim não é normal ou comum e não vem de nós. Ele vem do Espírito de Deus que nos concede o desejo e a capacidade de sentir pelos outros um pouco do afeto inexprimível que Deus tem por nós.
Você pode medir o seu amor por Deus demonstrando seu amor pelos outros.
fonte: http://ministeriosrbc.org/
Caerleon é uma vila galesa com profundas raízes históricas. Foi um dos três locais no Reino Unido onde as legiões romanas se posicionaram durante a ocupação da Grã-Bretanha por Roma. Embora a presença militar tenha acabado há cerca de 1.500 anos, sua marca ainda pode ser vista hoje. Pessoas vêm de todas as partes do mundo para visitar o forte militar, os quartéis e o anfiteatro — lembranças dos dias em que Roma governava o mundo e dominou o País de Gales.
Fico impressionado ao ver que 15 séculos depois, as evidências da presença romana ainda podem ser vistas tão claramente naquela pequena comunidade.
Todavia, fico pensando num outro tipo de marca — a marca de Cristo em nossas vidas. Será que permitimos Sua presença ser claramente vista pelos outros? As pessoas que convivem conosco sabem que Jesus ocupa as nossas vidas?
Ele nos chama para que a Sua presença em nossas vidas seja conhecida para a glória de Deus Pai. E diz: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:16). Através da luz do nosso testemunho e do impacto das nossas atitudes como servos, as pessoas devem ser capazes de ver a prova da presença de Deus em nosso viver. Será que é verdade? Eles conseguem ver a marca de Jesus?
Deixe seu testemunho escrito em letras suficientemente grandes para que o mundo possa lê-lo sempre.
fonte: http://ministeriosrbc.org/2010/11/05/uma-marca-permanente/
27 de outubro de 2010
Juízes 16:4-17
O Senhor… [mostra-se] forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele… —2 Crônicas 16:9
Jeremias 12–14
2 Timóteo 1
Após seu retorno da lua, Neil Armstrong era frequentemente importunado pela mídia. Em busca de maior privacidade, mudou-se com sua família para uma cidade menor. Mas ali também sua fama era um incômodo. O barbeiro dele descobriu que as pessoas pagariam um bom dinheiro por uma mecha de seus cabelos. Por isso, após diversos cortes de cabelos do herói do espaço, vendeu as mechas por três mil dólares! Armstrong ficou chocado com tamanha deslealdade.
A Palavra de Deus narra uma história envolvendo deslealdade e corte de cabelos. Como um símbolo do chamado de Deus, Sansão seria o nazireu, nunca deveria cortar os cabelos (Juízes 13:5). Quando o Espírito de Deus veio sobre ele, deu-lhe força sobre-humana sobre seus inimigos (15:14). Querendo subjugá-lo, os filisteus contrataram Dalila, uma mulher que tinha um relacionamento com ele para descobrir o segredo da sua força. Ele, descuidadamente, contou que sua força o deixaria se os seus cabelos fossem cortados. Ela o persuadiu a dormir e mandou rapar-lhe a cabeça (Juízes 16:5,19).
A ganância pode permitir que sejamos desleais aos outros e a Deus, levando-nos a fazer escolhas pecaminosas. Deveríamos demonstrar o desejo de ter um coração totalmente comprometido a amar ao Senhor e aos outros. “Ele se mostra forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele” (2 Crônicas 16:9).
A lealdade é o teste do amor verdadeiro.
http://ministeriosrbc.org/
Como não sou o tipo de pessoa que “conserta tudo”, recentemente tive que chamar um amigo que trabalha com serviços gerais para fazer alguns consertos em minha casa. Ele veio, e lhe dei minha lista. Porém, para minha surpresa, ele me disse que eu deveria fazer os reparos! Demonstrou-me como fazer, deu as instruções e me acompanhou. Segui o modelo e fiz os consertos com sucesso. Esta forma de agir parece ter sido a mesma abordagem de Jesus quando chamou Seus primeiros discípulos.
Ao chamar aqueles homens para segui-lo, o Mestre queria que ficassem com Ele e aprendessem as boas-novas do reino de Deus (Marcos 14:39; 6:12). A primeira tarefa exigiria estarem debaixo da supervisão imediata de Jesus — aprendendo Suas palavras e interpretação das Escrituras e observando o comportamento dele. Para a segunda tarefa, Jesus os enviou para pregar (Marcos 3:14-15) — falando o que Ele falava e fazendo o que Ele fazia. À medida que executassem estas tarefas, eles deveriam depender de Jesus.
Hoje, Jesus continua chamando Seus seguidores para este simples, porém poderoso processo de discipulado — estar com Ele, seguir Suas instruções e viver Seu exemplo. Você está sob Sua dependência enquanto o segue nos dias atuais?
Fonte: site http://www.nossopaodiario.net/
Olá, boa tarde.
Recebi diversos e-mails Cristianismo versus PT. Enviei um deles sugerindo sua leitura como conhecimento de uma atualidade em nossos corredores evangélicos.
Agora, peço que invista mais um ou dois minutos lendo o texto abaixo – minha autoria.
Lucidez Político-Espiritual (ainda em tempo)
As pessoas da cena política brasileira sempre estiverem presentes e atuantes na história, nas últimas décadas. Por que só agora, isto é, às vésperas das eleições, se discute tanto suas posturas? Só agora se descobriu que são o que são? Os temas tão quentes estiveram sempre batendo às nossas portas, por que só agora se acirra o debate?
Por causa do momento de possíveis mudanças, diria alguém. Ora, mas, cremos mesmo que a política vai mudar o Brasil? Cremos que um ímpio é melhor ou pior que outro? O mundo vai entrar nos eixos, finalmente? O aborto vai cessar por continuar sendo crime? A promiscuidade (que frutifica em divórcios, estupros, gravidez indesejada, proliferação das doenças, etc.) será refreada porque, ao invés de uma mulher, um homem com “ficha limpa” governará? Será que o homossexualismo, a pedofilia, a fome, a miséria, e tudo mais, vão deixar nosso país se votarmos certo?
Justiça, igualdade e liberdade foram as bandeiras levantadas pelos grandes estadistas da história da humanidade. Mas, eleição após eleição, seja monarquia ou congresso, ditadura ou democracia, a dura verdade é que continuamos caminhando de mal a pior. É só assistir qualquer jornal noturno para ver os “grandes progressos que fizemos”!
Sem querer parecer fatalista ou alienado (alguns, provavelmente, me chamarão assim!), olho para a profecia do fim dos tempos (II Tim. 3:1-5). Egoísmo, maldade, corrupção, arrogância, blasfêmias e crueldade, entre outros males são a verdade de Deus para o nosso atual ambiente humano e social.
Minha pergunta muito clara e objetiva é: achamos mesmo que o voto vai mudar isso tudo? Somos chamados a ser sal e luz para este mundo insosso, em trevas. O mundo se turba, alvoroçado, pondo a confiança nas mãos dos mesmos que desprezam presença e a vontade de Deus – seu Deus, meu Deus. Faremos como eles?
Justiça e paz somente se concretizarão no Reino de Cristo. Como igreja, devemos concentrar-nos na proclamação dele. Enquanto os crentes se ocupam com a política, permanece negligenciado o cumprimento do nosso real chamado e comando: a Grande Comissão.
Preste atenção crente: há alguém que lucra com tal desvio. E, este não é Deus.
“Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o SENHOR e contra o seu Ungido, dizendo: rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas. Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá. Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte. Proclamarei o decreto do SENHOR: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão. Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro.”
(Salmos 2: 1-9)
Eclesiologia
A Doutrina da Igreja
Intro: É um estudo que trata sobre a igreja de Deus. (ITm. 3:15) (Ef. 5:25)
A. Definições. A palavra grega para igreja é (Ecclesía), que tem como sentido “chamado para fora”, “uma assembléia convocada”.
i. Uma reunião. No sentido religioso, (ICo. 11:18).
ii. O povo. Era usada propriamente o povo “os cristãos” (At. 8:1).
iii. Uma região. Usada para indicar um grupo de uma determinada região (ICo. 16:19).
iv. Sentido geral. Um sentido muito mais amplo de uma reunião universal (MT. 16:18).
B. Igreja universal. A igreja é considerada de duas formas, organismo e organização.
i. O começo da igreja. A igreja universal, não é o Israel espiritual de Deus (Mt. 16:18), o corpo universal de Cristo começou sua formação com o Batismo do Espírito Santo (At. 1:5), ou seja no pentecoste (At. 2)
ii. A igreja e o reino. Outro engano é comparar a igreja como o reino de Deus.
Alguns conceitos sobre reino:
A criação toda é reino de Deus (Sl. 103:19)
Israel é o reino de Deus (Ex. 19:6)
A igreja é o reino de Deus (Ap. 1:16)
Um futuro governo de Deus (ICo. 15:28)
iii. Símbolos bíblicos para igreja universal.
Corpo (Rm.12:4-5) / Rebanho (IPe.5:1-4) / Edifício (IPe.2: 4-8) / Lavoura (ICo.3:5-9) / Templo (ICo.3:6-7) / Vagem pura (IICo.11:2) / Raça Eleita (IPe.2:9) / Sacerdócio Real (IPe.2:9) / Nação Santa (IPe.2:9) / Candeeiro (Ap.1:12-16).
C. Igreja local. Uma organização, que promove a comunhão entre os crentes.
2. O PROPÓSITO DA IGREJA LOCAL
Alguns aspectos da função da igreja.
3. OGOVERNO DA IGREJA LOCAL
A. Formas de governo humano. Existem varias formas de governo no mundo sim também existem varias formas de governo eclesiástico.
i. Teocracia. Uma forma de governo onde o poder emana de direito de Deus.
ii. Monarquia. Uma forma de governo na qual o poder supremo é exercido por um rei.
iii. Oligarquia. Uma forma de gov. monopolizada a um pequeno grupo, que gov. por decretos (no casso governo militar).
B. Um governo espiritual. O gov. é teocrático, no sentido de que é Deus quem reina e governa sobre seu povo, pois a Bíblia apresenta Jesus como cabeça da igreja (Ef.1:22). Porém, o Senhor não quer governar sozinho, por isso Ele constituiu cooperadores, os pastores, uma espécie de governo monárquico. Porém o pastor não dirige sozinho, ele tem uma liderança formada, uma forma de governo oligárquico. E por fim a democracia, pois as decisões acabam sendo tomadas por assembléia.
C. Hierarquia apresentada. A Bíblia, insiste em uma submissão mutua entre os líderes e os que estão debaixo de sua liderança (IPe. 3:7).
D. A hierarquia bíblica.
Quem exerce autoridade. Responsabilidade de quem tem autoridade.
Governo. Rei, Presidente ITm. 2:1-2 / Negócio. Patrão Ef. 6:6 / Igreja. Presbíteros, Bispos e Pastores At. 20:28 / Marido. ICo. 11:3 / Pais. Ef. 6:4.
Quem está sob autoridade. Responsabilidade de quem sob autoridade.
Governo. Cidadão Rm. 13:6-7 / Negócio. Empregado Ef. 6:5-6 / Igreja. Membros ITs. 5:12 / Marido. Esposa Cl. 3:8 / Pais. Filhos Ef. 6:1.
E. Os oficiais da igreja. A Bíblia nos ensina sobre o ministério e as funções no corpo de Cristo (Ef. 3:3-11).
Pastores. As igrejas eram incentivadas a elegerem seus pastores (At. 14:23), e não somente isso mas a seguir e respeitar a liderança de seu pastor.
a. O princípio da Disciplina. Ela exprime um principio divino (Dt.28: 15-68)
b. O propósito da disciplina na igreja. (cai na prova)
i. Honrar a Jesus através da obediência aos seus mandamentos.
ii. Restaurar pecadores em amor e temor (Gl.6:1).
iii. Manter a pureza do corpo (ICo.5:1-5).
iv. Dissuadir outros do pecado. (ITm.5:20).
c. Principiais textos que tratam do ensino e da aplicação da disciplina.
i. Um irmão em pecado deve ser: confrontado, reprovado. Excluído da igreja quando se recusar se arrepender. (Mt.18:15-20).
ii. Devemos tratar o pecado com seriedade, a sensibilidade do Esp. Santo ao pecado, o juízo de Deus as vezes bem rápido (At.5-11)
iii. Paulo trata o pecado publico e não arrependido. Sentir tristeza por causa do pecado, julgar o pecado não arrependido, excluir o membro em pecado (ICo.5:1-5)
iv. A igreja tem que ativar os desobedientes insubmissos. (ITs.5:14)
v. Os membros da igreja alem de advir o irmão indisciplina deve também se afastar dele (IITs.3:6-15)
vi. O pecado persistente de um líder deve ser tratado publicamente. (ITm.5:20)
vii. Devemos afastar de pessoas que causam divisões na igreja (Tt.3:10)
d. A metodologia do disciplina.
i. O pecado deve ser atestador por uma pluralidade de testemunhas. (ITm.5:19)
ii. A maneira bordar o irmão em pecado deve seguir as orientações de Cristo (MT.18:15-20). 1- vai argui-lo entre ti, e ele só. 2- senão te ouvir leva duas ou três testemunhas. 3- se não ouvi-lo leva á igreja. 4- se recusar ouvir também a igreja, considere-o como gentio e publicano.
Encontramos no NT., duas ordenanças dadas por Cristo para a igreja “Batismo” (MT.28:19) e a “Ceia” (Mt.26:26-29).
i. Quem deve ser batizado? Se crente já se arrependeu de seus pecados (At.2:38)
ii. Como deve ser batizado? Por imergir ou mergulhar (At.8:38)
iii. Quando alguém deve ser batizado? Logo após a experiência da salvação (At.8:37)
iv. O que Jesus disse sobre o batismo. (MT.28:18-20) (Mc.16:16)
v. A pratica Apostólica. 1- no dia de pentecoste At.2:38-41 / 2- Os samaritanos At.8:12 / 3- O etíope eunuco At.8:36-38 / 4- Paulo At.9:17-18 / 5- Cornélio e sua família At.10:44-48 / 6- Lidia e sua família At.16:13-15 / 7- O carcereiro At.16:30-31 / 8- Crispo e os coríntios At.18:8 / 9- Os doze efésios At.19:4-5.
b. A ceia
i. Quando foi estabelecida? Segundo Paulo na noite
ii. Qual é seu significado? A ceia é um ato comemorativo a morte de Jesus. Ela também é uma demonstração da comunhão entre crentes. Nossa união na igreja (ICo.10:17).
iii. Quem pode participar da ceia? O Senhor determina os participantes (ICo.10:21)
1- É um ato destinado aos salvos ICo.11:27-28.
2- Outra coisa a se notar é que as igrejas se reuniam para celebrar a ceia ICo.11:20.
3- A ceia deve ser para aqueles que apresentam no momento do memorial, uma vida digna diante de Deus.